Publicado por: Dra. Marisa Soares

salmão

A astaxantina, pigmento vermelho que dá a cor-de-rosa avermelhada ao salmão, é um potente antioxidante do grupo dos carotenos. Esta substância confere ao salmão propriedades funcionais extensamente estudadas no mundo cientifico.

Pesquisa publicada no “Journal of Agricultural and food Chemistry”, sugere que o salmão evita a insuficiência renal, uma complicação frequente entre os portadores de diabetes, segundo o estudo, esse carotenoide poupa as células renais do excesso de açúcar em circulação e pode se tornar um promissor medicamento.

Uma outra pesquisa publicada no “British Journal of Ophthalmology” concluiu que uma dieta rica em ômega 3, ácido graxo encontrados em peixes como o salmão, pode reduzir a progressão da degeneração macular, uma outra complicação do diabetes.

Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u580156.shtml
Revista saúde Edição de dezembro 2009


Publicado por: Dra. Marisa Soares

Para quem pensava que chá de camomila servia só para acalmar e clarear os cabelos, uma surpresa:

“Beber chá de camomila diariamente pode ajudar a prevenir algumas das conseqüências da diabetes tipo-2, tais como cegueira, lesões nos nervos e nos rins, de acordo com pesquisadores no Japão e na Grã-Bretanha.”

Como sempre cientistas descobrem que a cura está na natureza. Uma medida simples e gostosa como tomar chá de camomila pode salvar muitas vidas, já que milhares de pessoas morrem devido a complicações da diabetes, como problemas cardíacos, renais, entre outros.

Fonte: BBC Brasil.com


Publicado por: Dra. Marisa Soares

“Pâncreas reprogramado passa a fabricar insulina”

O cientista Douglas Melton, fundador do Centro de Células-tronco de Harvard, EUA, e sua equipe acaba de dar um passo importante na busca da cura para diabetes: ele conseguiu “convencer” células vivas do pâncreas de roedores a trocar de identidade e passar a produzir insulina. Seus resultados estão publicados na edição de hoje da revista “Nature”.

Melton e seus colegas transformaram as chamadas células exócrinas, que constituem 95% do pâncreas, em cópias funcionais das chamadas células beta que são as produtoras de insulina e são destruídas por engano pelo sistema imunológico do diabético.

Os camundongos diabéticos que receberam os genes tiveram sua produção de insulina aumentada em 20% em apenas alguns dias. No entanto, não foram curados pelo tratamento.

O trabalho provou que é possível reprogramar células diretamente em organismos vivos e transformá-las em outro tipo de tecido, sem envolver etapas intermediárias como a produção de células-tronco embrionárias.

Até agora, a única forma que os cientistas conheciam de produzir um tipo de tecido a partir de outro era usar células-tronco.

As células adultas que têm sua “memória” genética apagada foram usadas com sucesso e assim fogem da polêmica do uso de células embrionárias.

Para Melton, o trabalho tem gosto de uma vitória pessoal já que ele tem dois filhos portadores de diabetes. Até os anos 1990, o cientista era especialista no desenvolvimento de sapos e mudou sua linha de pesquisa após o diagnóstico de seu filho.

O método poderia ser aplicado primeiro em pacientes de diabetes tipo 2, que param de fabricar insulina. “Para o diabetes tipo 1, ainda temos o aborrecimento do ataque auto-imune”, afirmou Melton.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u438728.shtml