Para quem pensava que chá de camomila servia só para acalmar e clarear os cabelos, uma surpresa:

“Beber chá de camomila diariamente pode ajudar a prevenir algumas das conseqüências da diabetes tipo-2, tais como cegueira, lesões nos nervos e nos rins, de acordo com pesquisadores no Japão e na Grã-Bretanha.â€

Como sempre cientistas descobrem que a cura está na natureza. Uma medida simples e gostosa como tomar chá de camomila pode salvar muitas vidas, já que milhares de pessoas morrem devido a complicações da diabetes, como problemas cardíacos, renais, entre outros.

Fonte: BBC Brasil.com

O foco principal do vídeo não é alimentação, mas levantou-se uma questão muito legal do ponto de vista de nosso bem estar! Hoje uma pessoa de vida boa não é aquela que sai de uma churrascaria rodizio, com um palito na boca e alisando a barriga,  depois de se encher de picanha, pernil, costela e cupins da vida!

Graças a Deus (e algumas campanhas) que a mentalidade nesse quesito mudou! Agora sou eu que digo: Ainda bem que as pessoas mudam!

Vi no: Xpock

Sempre tive vontade de comprar duas máquinas: a primeira de fazer pão, que eu já havia comprado há uns meses atrás, e a segunda de abrir massa fresca, que comprei nesses dias e chegou ontem.

Pois bem! Com estas duas belezas em casa resolvi fazer um jantar italiano especial e, claro, vou postar para vocês o passo a passo desta empreitada.

Primeiro fizemos a massa na máquina de pão, tudo muito prático, basta colocar os ingredientes na máquina que ela se encarrega de todo o resto (mistura, solvar, descansar, crescer). Todo o processo demora uma hora e trinta minutos.

Segue abaixo a receita que usamos:

Massa caseira com ovos
Ingredientes:
2 copos de farinha de trigo
2 copo de farinha de semolina
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de azeite de oliva
5 ovos batidos
2 colheres de sopa de água

Modo de fazer:
Colocar todos os ingredientes na ordem acima na máquina de pão e optar pela opção massa.

Depois de a massa está pronta chegou a hora da máquina de abrir massa fresca.

Antes de mais nada, uma dica que gostaria de dar é quanto a consistência de macarrão, atenção a quantidade de farinha de semolina que você vai utilizar, esta farinha deixa a massa grano duro, portanto, se você quiser uma consistência mais mole utilize menos desta farinha.

A proporção que utilizamos foi de 1 para 1 e achamos que ficou muito duro. Da próxima vez que fizermos utilizaremos a proporção 2 (farinha de trigo) para 1 (farinha de semolina).

Cada marca de cilindro é diferente, mas normalmente tem um controle de espessura. No meu cilindro o mais grosso é número 1. Passe a bola achatada no cilindro 1, dobre a massa em três e passe novamente, e depois dobre e passe de novo. Cada vez que se passa a massa no cilindro ela perde um pouco da textura granulada e começa ficar mais sedosa. Passe a quantidade que for necessária.

Ah outra dica é sempre que for passar no cilindro povilhar farinha de trigo.

Coloque as tiras para secar em um pano limpo.

Quando as tiras estiverem seca, isso demora cerca de 20 minutos, você irá passa-las no lado da máquina que corta o macarrão. Para o caso de fazer rondele, canelone ou lasanha a massa já está pronta.

Agora o macarrão já está no ponto de cozinhar.

Cozinhe em uma panela com água, sal e óleo. A massa fresca demora menos para cozinhar que o macarrão industrializado. A minha receita levou cerca de 5 minutos.

Para o molho utilizamos a seguinte receita:

Molho de funghi com gorgonzola
Ingredientes:
- Funghi seco – a quanto baste (hidratado por 15 minutos em um pouco de leite)
- Queijo gorgonzola - 30g
- Maisena - suficiente para engrossar (não deixar muito grosso)
- Leite desnatado – 01 copo
- Creme de leite – 01 caixinha
- Sal – o quanto baste
- Alho – 2 dentes.
- Azeite – quanto baste

Modo de fazer o molho:
Aqueça o azeite e refogue o alho até ficar bem dourado. Acrescente o funghi seco com o leite desnatado, o queijo gorgonzola. Quando o queijo derreter prove o sal, corriga-o se necessário. Coloque a maisena dissolvida em um pouco de leite e espere engrossar. Por último, ponha o creme de leite apague o fogo.

Olha só o resultado: Mamma Mia!!! :)

Esta dieta é considerada pelos especialistas como sendo a mais saudável do planeta por trazer benefícios como aumento da longividade, redução da incidência de doenças cardíacas e do cancêr. A dieta ainda é rica em fibras, vitaminas e mineirais, nutrientes essenciais para a boa função intestinal e ajuda no controle do colesterol.

A região mediterrânea é formada por países de três continentes diferentes, onde todos são banhados pelo mesmo Mar: o Mediterrâneo. Na Europa, países como Itália, Espanha, Grécia, Iugoslávia, França e Albânia; Na Ãfrica, países como Egito, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos e na Ãsia, países como Turquia, Israel, Síria e Líbano fazem parte desta região.

Apesar das inúmeras diferenças culturais, econômicas e sociais entre eles, certas características geográficas (clima, temperatura, solo) influenciaram sua agricultura e, conseqüentemente, seus hábitos alimentares, ao longo dos séculos.

Na dieta Mediterrânea encontra-se equilíbrio entre carboidratos simples e complexos, proteínas e gorduras insaturadas. Uma característica marcante é o uso abundante de azeite de oliva, uma gordura mono-insaturada, que colabora ainda mais para o aumento de seus benefícios nutricionais.

O cardápio desta dieta inclui consumo elevado de frutas, hortaliças (verduras, legumes), cereais, oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), grãos (grão de bico, lentilha), vinho e azeite de oliva.

Um baixo consumo de carnes vermelhas (poucas vezes no mês), gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces (ricos em gordura e açúcar) e uso moderado de frango e peixe (apenas algumas vezes por semana) é o que faz a diferença na dieta mediterrânea para as outras regiões do planeta.

Difícil é ficar sem comer carne, peixe ou frango todo dia! Fácil é consumir vinho todo dia :).

Ficou interessado? Veja a freqüência de consumo dos alimentos na pirâmide abaixo:

Pizza de Berinjela

3.set.2008


Procurando Novidades para os meus pacientes acabei entrando no site da revista boa forma.

Achei super interessante esta receita de pizza de berinjela da Lúcilia Diniz e resolvi postar para vocês.

Ainda não testei, mas já comprei os ingredientes, só falta colocar a mão na massa, ou quer dizer, na berinjela! :)

Clique aqui para ver o vídeo

“Pâncreas reprogramado passa a fabricar insulinaâ€

O cientista Douglas Melton, fundador do Centro de Células-tronco de Harvard, EUA, e sua equipe acaba de dar um passo importante na busca de um tratamento para a diabetes: ele conseguiu “convencer” células vivas do pâncreas de roedores a trocar de identidade e passar a produzir insulina. Seus resultados estão publicados na edição de hoje da revista “Nature”.

Melton e seus colegas transformaram as chamadas células exócrinas, que constituem 95% do pâncreas, em cópias funcionais das chamadas células beta que são as produtoras de insulina e são destruídas por engano pelo sistema imunológico do diabético.

Os camundongos diabéticos que receberam os genes tiveram sua produção de insulina aumentada em 20% em apenas alguns dias. No entanto, não foram curados pelo tratamento.

O trabalho provou que é possível reprogramar células diretamente em organismos vivos e transformá-las em outro tipo de tecido, sem envolver etapas intermediárias como a produção de células-tronco embrionárias.
Até agora, a única forma que os cientistas conheciam de produzir um tipo de tecido a partir de outro era usar células-tronco.

As células adultas que têm sua “memória” genética apagada foram usadas com sucesso e assim fogem da polemica do uso de células embrionárias.

Para Melton, o trabalho tem gosto de uma vitória pessoal já que ele tem dois filhos portadores de diabetes. Até os anos 1990, o cientista era especialista no desenvolvimento de sapos e mudou sua linha de pesquisa após o diagnóstico de seu filho.

O método poderia ser aplicado primeiro em pacientes de diabetes tipo 2, que param de fabricar insulina. “Para o diabetes tipo 1, ainda temos o aborrecimento do ataque auto-imune”, afirmou Melton.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u438728.shtml