Li uma máteria no site da bbc brasil e fiquei impressionada:

“Italianos ganham dinheiro para fazer dieta”

Devido ao aumento da obesidade na Itália, que triplicou nas duas últimas décadas, o governo de Varallo Sesia, no norte da Itália, está oferecendo dinheiro para os moradores que conseguirem emagrecer.

Para participar do programa, o participante tem que estar acima do peso ideal, comprovado por atestado médico.

Quem conseguir atingir o peso ideal recebe 50 euros, se conseguir manter o peso depois de cinco meses fatura mais 200 euros e após um ano de manutenção do peso ideal recebe mais 500 euros, no total são 750 euros (equilavente a mais ou menos 2 mil reais), já pensou?

Os participantes além de ganhar dinheiro para emagrecer, contam com a ajuda gratuita de um nutricionista e um personal trainer.

Segundo a OMS, na Itália metade dos adultos estão obesos e 20% de todas as crianças estão acima do peso.

O lado psicológico é fundamental na hora de encarar o desafio de perder peso, quase todas as pessoas que tem dificuldades para emagrecer possuem o pensamento gordo.

Costumo exemplificar o que é o pensamento gordo com uma situação muito fácil de entender: festa de aniversário de criança, muitas brincadeiras, diversão, comidinhas gostosas, cachorro quente, brigadeiro, existem duas crianças, uma empolgadíssima com o pula-pula, touro mecânico, palhaço e lembrançinha, já a outra está eufórica com a idéia de encher-se de salgadinhos, cachorro quente, picolé e brigadeiro. O ambiente é o mesmo, mas a duas crianças enfocam seu lazer de forma diferente.

Isto acontece diariamente e não só com crianças, existem pessoas que quando estão felizes logo marcam um jantar para comemorar, estão tristes e se afogam em uma caixa de chocolate, estão ansiosas e atacam a geladeira.

A primeira atitude para quem quer emagrecer é mudar o relacionamento que tem com a comida e livrar-se do pensamento gordo, um tédio pode levar uma pessoa a ir a um rodízio de pizzas ou fazer um programa interessante como ir ao cinema.

Tão importante quanto a alimentação saudável e a prática de exercícios é o controle no comportamento alimentar. Aprenda a pensar e agir como magro e você terá sucesso.

Viva a soja!

16.mar.2008

Há pouco tempo era muito mais difícil planejar dietas para intolerantes a lactose e fazer com que a pessoa não torcesse o nariz ao ver que não poderia mais tomar leite e todas as gostosuras fabricadas por seus derivados.

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Em uma passado próximo, não tinhamos esta infinidade de produtos disponíveis. Hoje encontramos de tudo, bolos, leites, iogurtes, leite condensado, creme de leite, sorvete, sucos, barra de cereal, biscoitos, chocolate, hamburgeres, quibe, lasanha, salsicha, e o que é melhor, sem ter que sair garimpando em lojas especializadas.

Apesar da maior variedade de produtos, e muito embora tenha havido um aumento no consumo de soja, a procura por estes alimentos ainda é baixa quando comparada a outros paises, o brasileiro consome em média 0,5g de soja por pessoa, enquanto no Japão este consumo gira em torno de 55g.

Para alavancar as vendas destes alimentos, a indústria tem investido pesado no desenvolvimento de novos produtos, propagandas, degustações em supermercado, marketing e reportagens na televisão. Como resultado disto, vejo que as pessoas estão mais atentas aos benefícios da soja e mais dispostas a encarar o desafio de consumi-la em prol da saúde. Há seis anos atrás, quando sugeria o consumo de soja via logo cara de desagrado, hoje vejo que elas se interessam.

Me agrada observar que existem uma maior oferta de alimentos feitos com soja nas prateleiras dos supermercados, pois a soja é um alimento muito nutritivo e possuem propriedades funcionais. Por falar em alimentos funcionais este é um excelente tópico para uma próxima postagem.

Pesquisei na internet receitas para vocês, este link abaixo contém algumas que me pareceram bastante saborosas, embora eu ainda não as tenha testado.

http://www.sanavita.com.br/padrao.aspx?texto.aspx?idContent=793&idContentSection=198

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Um dica bem legal para quem gosta de maionese podendo ser usada até por pessoas em dieta, é a maionese ultra light.

A receita é bem simples, basta você pegar a maionese light acrescentar iogurte desnatado e um pouquinho mais de sal (para disfaçar o gosto do iogurte e sobressair o da maionese), a proporção é igual para os dois ingredientes, por exemplo, uma colher de maionese light para uma colher de iogurte desnatado.Veja quanta caloria você está ecomonizando: 20g de maionese normal tem 133 Kcal e a mesma quantidade de maionese ultra light possui apenas 35 Kcal, uma ecomomia de 73%, uma boa notícia para os amantes de salada maionese.

“Estresse e má alimentação fazem incidência de câncer de mama crescer na China”

Certa vez um paciente me fez um questionamento porque estão cada vez mais aparecendo doenças crônica como doenças cardíacas, diabetes e o câncer. Com certeza, isto se deve ao fato da mudança no estilo de vida, as pessoas cada vez mais se alimentando fora de casa, apressadas, comidas enlatadas, cheia de corantes e conservantes, fast foods, hamburgeres e batatas fritas, e o que é pior, frutas e verduras foram excluídas da alimentação diária.

Às vezes, eu costumo dizer aos meus pacientes “É pedir demais que abandonem seus alimentos gordurosos e cheios de corantes e conservantes? Pois então, coma mais frutas e verduras.” Poucos são os que seguem este conselho!

Aliado ao mau hábito alimentar está o fator estresse. Já prestaram atenção como às vinte e quatro horas do dia não são suficientes para todas as nossas atividades? A violência tirando nossa paz, os políticos nos estressando, as horas de lazer cada vez mais escassas, o caos da vida urbana, a falta de respeito ao ser humano, com tudo isso não é difícil entender como estão aumentando os casos destas doenças crônicas.

Em especial, esta matéria do aumento de câncer de mama na população chinesa me deixou intrigada, pois sempre soube que consumo de proteína da soja diminui o índice de câncer, principalmente o de mama. Então, será que os chineses trocaram sua soja, queijo tofu, entre outros, e renderam-se aos fast foods americanos? Ou não basta comer alimentos protetores, temos que ter qualidade de vida também.